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Alex e Jack falam em português no quadro “Português com All Time Low” da Febre Teen

No terceiro vídeo com meninos (Alex e Jack) durante a passagem da turnê pelo Brasil, a Febre Teen os desafia a falar algumas frases em português! Como “Dá seus pulo”, “Amiga, assim não tem como te defender”, “Seu recalque bate e volta” e está muito divertido!

Você pode ver o desafio aqui:

ALEX E JACK CONVERSAM COM JASON HORTON, NO QUADRO “FRIENDS WITHOUT BENEFITS”

O áudio você pode ouvir por aqui:

 

Jack: Oi, cara! Como vai?

Jason: As coisas estão bem! Obrigado por separarem um tempo para falarem comigo!

Jack: Não tem de quê. Desculpe, a internet está meio ruim.

Jason: É, eu sei… Então, eu estou falando com o Alex e o Jack do Full Frontal Podcast, e eles tem uma minúscula banda paralela que se chama All Time Low.

Alex: (risos) É, é tipo de um projeto paralelo que estamos tentando levar para frente…

Jason: Caras, nem percam seu tempo…

Alex: Sabe…

Jason: É difícil!

Alex: Sabe… Minha mãe tem trabalhado duro para ajudar financeiramente. Ela é maravilhosa e ela paga pelos nossos jatinhos particulares e coisas como essas. Então, isso faz com que seja mais fácil, já que o Full Frontal não está dando tanto dinheiro assim.

Alex: Ela é como a Oprah Winfrey.

Jason: Tendo a banda, vocês precisavam mesmo de um Podcast? Quer dizer, pelo menos para o resto de nós… Nós não temos bandas de rock.

Alex: Eu não sei por que nós começamos isso, sinceramente. Começou diferente, não era um trabalho. Serviu para nós como uma extensão sobre as coisas sem noção que falamos entre as músicas no palco. E com o tempo, foi se tornando algo mais estrutural do que era. É engraçado porque se você voltar para a 1° temporada, e comparar com a temporada 5, definitivamente você verá que tem mais conceito, o que faz isso dar certo. Mas ele veio sem motivo e… E é claro, agora conseguimos ver que deu certo. De novo…

Jason: Não… Quer dizer, eu sei disso… Eu estou tentando, tipo… Eu não… Eu acabei de comprar o novo Iphone 6 Plus e quando  você olha pra mim, você vê aquele celular e você sabe que eu estou indo bem… Sabe o que eu quero dizer?

Jack: Sim! Isso é sucesso no crime! Parece…

Jason: É muito bom! Eu vejo os meus followers no meu Instagram, é muito grande… Você pode ver o número 6… Não. É um 5, acabei de perder 1. Eu vou continuar checando.

Jack: Eu tenho um Ipad mini, é muito bom também.

Jason: Olhando a audiência do seu podcast, vocês parecem seguir as mesmas regras dos vídeos para o Youtube. Às vezes, são os títulos que atraí as pessoas… O episódio chamado ‘Guybrator’…

Alex: Sim, muitos dos títulos vêm do… É meio parecido de como damos os nomes para os nossos álbuns, tipo, vamos começar o episódio, e de alguma frase que um de nós falou… No caso do nosso álbum, o que acontece muito, vem de uma parte de uma música ou do título dela, e no caso do podcast, o Jack fala ou eu falo alguma coisa ridícula e pensamos “esse é o nome perfeito para o episódio”.

Jack: Mesmo que não tenha nada a ver com o episódio.

Alex: Sim.

Jack: O que eu gosto.

Jason: Eu gosto de um bom trocadilho. São meus favoritos.

Alex: É uma coisa de clique, tiramos muitas ideias do Buzzfeed.

Jason: Eu faço vídeos chamados Buttdicks e as pessoas clicam num vídeo com esse nome… Sabe o que isso significa?

Alex: Você tem que falar ‘buttdick’ pelo menos mais uma vez.

Jason: A razão de ser Butterdick é uma garota que é gostosa, mas é uma babaca.

Alex: Ahhh!

Jason: É um vídeo com uma indireta.

Jason: Quer dizer, tem um episódio com o título “What’s Wrong With My Balls”…

Jack: Ele fala sobre o medo de ter algo errado com elas, então eu fico nervoso…

Alex: De novo, esse foi um tópico de discussão…

Jack: O que me ajudou.

Jason: Eu vou mudar… Vamos falar o que tem de certo em suas bolas…

Jack: Não são muitos… Eu não tenho filhos. Então…

Jason: Certo…

Jack: Eu não sei se…

Alex: As bolas do Jack são impressionantes. Já falamos disso em nosso podcast. Agora vamos falar disso no Youtube… Devemos comemorar. Ele tem umas incríveis e grandes bolas…

Jason: São iguais?

Jack: As garotas devem pensar tipo “Meu Deus! Ele deve ter bolas gigantes!”.

Alex: Não… É que tipo, se alguém tiver interessado sexualmente em você, vai querer saber das suas bolas…

Jack: É, faz o pacote ser completo, né?

Jason: Mas elas são assimétricas?

Jack: Não…

Alex: São sim!

Jason: Gente, eu moro em Hollywood – Califórnia, simetria é tudo!

Alex: O Jack tem sido modesto. Suas bolas são uma peça de arte.

Jack: É! Eu tenho minhas bolas comparadas à cara do Denzel Washington, e não é a primeira vez…

Alex: Ele é o Denzel Washington das bolas.

Jason: Por quê? Elas são negras? Ou por que elas são assimétricas?

Alex e Jack dão risada.

Alex: Elas são assimétricas!

Jason: Agora nós estamos falando via Skype, porque se fosse pessoalmente teria vários cumprimentos, muita falação.

Alex: Certo? Teria quase diversão demais.

Jason: Eu estava lendo sobre como surgiu o nome da banda, veio de uma música do New Found Glory, né? E tem uma historinha de como estamos conectados, eu tinha uma banda e nós íamos abrir para o New Found Glory na pista de skate de Connecticut e então eles cancelaram e nos tivemos que cancelar…

Jack: Vergonhoso…

Jason: Nós somos praticamente melhores amigos, só me dê o telefone de vocês… Dê-me o número de telefone… Agora eu tenho que perguntar um negócio porque eu meio que gosto de musica e vocês fazem musica e podcast, mas o que vocês falariam se estivessem em tour, estão no ônibus ou avião da turnê, ou o tele transporte da tour, o que quer que seja para ir até a Warped Tour – A Warped tour ainda acontece, certo??

Alex: Sim.

Jason: Eu fui nas 4 primeiras edições…

Jack: Teve Sublime?

Jason: Sublime, Blink 182 antes das pessoas gostarem deles, então é… Eu vi Sublime, eu gostava de hardcore, essa era minha vibe… Tipo hardcore, punk…  Então eu tava: “Sublime… Hm… Não gosto disso… ”.

Alex: Isso é demais.

Jason: E então me mudei pra Califórnia e pensei: “Ah agora eu entendo”.

Alex: Nossa, que demais, esses foram os dias de gloria.

Jason: É… Eu quero dizer, eu vi as bandas que eu queria ver… O dia que eu fui, foi…

Alex: Você chegou a ver No Doubt na Warped Tour? Você teve a chance de ver?

Jason: Eu acredito que sim, mas posso não ter dado a mínima. Eu achei muito legal, mas eu era meio: “eu gosto de hardcore.”.

Alex: Certo, eu te entendo… É legal, é legal você ter participado disso nesses anos. Eu provavelmente tinha 6 anos quando aconteceu…

Jason: Eu tinha 38… E agora eu tenho 19 e estou falando com vocês.

Jack: Benjamin Button.

Jason: É como se eu fosse um tipo de Benjamim Button… Só que não volta totalmente, ele para antes dos 30… Se vocês estivessem ouvindo música, me dê uns 5 gêneros que sejam meio punk, hardcore e depois outros 5 que não sejam.

Alex: Os de nossas bandas favoritas?

Jason: Sim, do tipo que vocês ouvem no ônibus da tour, que ninguém irá falar: “por favor, não dê play novamente… Craig.” Eu sou totalmente os outros caras da banda, eu sou o  Craig, o Dom…

Jack: Craig e Dom …

Alex: Voltando um pouco eu gosto muito de The Cars, Green Day foi importante pra mim enquanto eu crescia, acho que também…

Jack: Tem rolado muito Muse no backstage ultimamente.

Alex: Jack toca muito Muse nos bastidores… E faz eu me sentir super-psicodélico quando entro no palco, quero fazer solos e cumprimentar com soquinho.

Jason: Eu vi, de novo, vou mostrar o quão jovem sou, o que eu acho que foi o primeiro show do Green Day na Costa Oeste.

Jack: Puta merda.

Jason: E eles iriam ficar conosco, isso mostra quanto tempo se passou, e então eles conheceram umas garotas e não ficaram com a gente. Mas eu tinha o vinil dos “7 inch” do Green Day – gostaria de ainda ter ele, eu poderia vender e conseguir um outro iPhone S Plus .

Alex: Você precisa de dois?

Jason: Eu preciso de um maçarico, todos os caras tem groupies, vocês tem groupies não tem? Vocês ainda as chamam assim? Eu estou tão velho. (risos)

Jack: Sabe, a gente toca muita música no backstage, e eu e o Alex nos divertimos muito ouvindo e todo mundo fica meio puto com a gente por ouvirmos One Direction…

Jason: Sabe, eu vi o filme deles, acho que eles são bons… Eles têm músicas boas, eles são bons… Sabe, tem ótimas musicas…

Alex: O novo álbum deles é super bacana, eu gosto.

Jack: Four ou novo?

Alex: Sei lá, a música acabou de sair… Drag me Down, tem uma pegada meio Police, é bem legal. E eles são garotos lindos também.

Jason: Sim eles são, mas não tão lindos quanto os do Full Frontal que vocês ouvem. Eles são muito, muito gatos.

Alex: Obrigado, me sinto lisonjeado com o que você disse.

Jason: Vocês escutam o podcast de vocês enquanto estão em tour? Tipo “vamos ouvir as nossas vozes de novo”.

Alex: Não, eu fico muito inseguro sobre essas coisas.

Jack: Eu nunca ouvi um, pra falar a verdade.

Jason: Mas você estava lá, né? Tipo, eu faço vídeos pro Youtube, e eu não vejo tipo, eu sei que estou lá e eu não quero olhar pra mim mesmo…

Jack: Você edita?

Jason: Não não, eu sou extremamente rico e famoso, então tenho uma equipe.

Jason: Ah, então você tem uma equipe?

Alex: Honestamente, eu acho que é o melhor jeito de fazer, porque se não você fica muito crítico com você mesmo e começa a se reprimir. Antigamente, eu costumava ouvir e era o nosso baterista, Rian que editava pra gente, e dai tem o Jeff que está sempre ajudando o podcast, eles basicamente nos ajudam a não dizer nada que possa nos colocar na cadeia.

Jack: Você coloca toda a sua confiança nesses caras, então esperamos que não nos decepcionem.

Alex: Eu não consigo suportar o som da minha voz… Tento evitar.

Jason: Se eu tivesse editando pra vocês, iria colocar um “se inscreva no canal do Jason Horton no YouTube” a cada 10/15 minutos e vocês nem saberiam. E ia pegar todos aqueles acessos do Full Frontal.

Alex: Rian tem colocado links da conta dele no GoFindMe, mas não sabemos disso.

Jason: Isso é coisa de Empreendedor.

Alex: Esperto, isso é um jeito de fazer dinheiro nesses tempos, se você quiser ter mais de dois Iphone’s 5s.

Jason: Eu fiquei sabendo que vocês têm sua própria conta no g-mail.

Alex: Ah sim, o podcast tem… O g-mail deixou a gente ter uma conta com eles.

Jason: Um ótimo momento.

Alex: O senhor google disse: “tome aqui garotos”.

Jason: Donovan Google.

Alex: Sim, Donovan M. Google, isso foi bem legal na verdade, porque tipo eles abriram bastante coisas pra gente com o podcast, sabe nós agora temos um pouco de caviar, falamos sobre peitos e essas coisas… Coisas que apenas maiores de 18 anos devem ouvir, mas é legal porque nos estamos conectados com a audiência, e é engraçado porque damos alguns conselhos quando necessário.

Jack: É estranho quando eles perguntam, porque eles acham que você tem a voz, e dai eles começam a pedir por conselhos – como se soubéssemos algo…

Alex: Nos não temos ideia do que estamos fazendo, e é sempre isso que temos que deixar claro, quando damos conselhos pra pessoas, são conselhos ruins e vocês não deveriam dar ouvidos pra gente.

Jason: Eu sei que são conselhos ruins, porque vocês foram de caviar para falar sobre bolas e pipis, então eu sei que é problema.

Alex: Eu gosto de brincar com os dois lados da moeda.

Jason: A Maria que cuida da parte técnica aqui quis que eu perguntasse pra vocês – não ela pediu, ela implorou e eu “deixe os caras em paz, eles são meus amigos, eles vão me dar o telefone deles” – se vocês pudessem nomear quem é o tímido, quem é o rebelde, quem é o festeiro, quem é o mais ‘sério’? Vocês conseguem fazer isso com os caras da banda?

Jack: Fácil, somos todos tartarugas ninjas.

Alex: Eu costumo mencionar as tartarugas ninjas toda vez… Rian é definitivamente o Donatelo, ele é o engenheiro, ele senta atrás do laptop dele, Jack deveria ser o Michelangelo, tipo a única coisa que importa é pizza e colares com o emoji do cocô, Zack é o mais tranquilo e quieto porem o mais forte e mais durão do grupo, então ele é o Rafael, o que me faz ser o cara que diz para todos o que fazer…

Jack: Alex é o mestre Splinter.

Alex: Eu sou tipo o chefe… Eu sou o Krang, eu sou o esquisito cor de rosa que anda por aí em uma roupa de robô.

Jason: Eu acho que a indústria da musica é o Splinter, indústria musical gananciosa.

Alex: Não cara, a indústria é o The Shredder. Deixa eu te contar, os críticos são do Foot Clan e…

Jason: A onde eu estou nisso? Quem eu seria? A gostosa?

Jack: Quem? April?

Alex: Acho que isso poderia ser April.

Jason: Beleza, mas uma April gostosa. Tipo a Megan Fox no novo filme.

Alex: Como estão os seus dedões?

Jason: Tem dois de vocês e eu tenho dois dedões. O suficiente para se divertir. Vocês estão em tour agora?

Alex: Sim, estamos agora em Oklahoma hoje, então é por isso que o Wi-fi tá uma merda, desculpa por essa conexão ruim.

Jason: Por que é wi-fi do interior né?

Alex: Eles não têm um roteador wi-fi aqui.

Jason: Com quem que vocês estão em turnê?

Alex: Atualmente, estamos com uma banda chamada Sleeping With Sirens, e também uma banda inglesa chamada Neck Deep, e uma banda bem legal japonesa chamada One Ok Rock.

Jason: Qual foi a banda mais legal que vocês saíram em turnê? Não que as atuais sejam ruins, mas aquelas que vocês realmente amaram…

Alex: Acho que pra gente, bem, a gente fez uma longa jornada com o Green Day, nos abrimos pra eles na Europa e fomos para a Rússia pela primeira vez e obviamente, esse é um dos caras que crescemos ouvindo a música dele, foi um dos primeiros álbuns que eu comprei então, eles foram muito legais com a gente, é legal ver uma banda que é grande em escala global, que tratam as bandas de abertura com tanto carinho e respeito, o que é bacana de ver… Conhecer os caras do Blink também foi legal pela mesma razão.  Tem varias bandas que nós ouvíamos e agora temos a chance de se tornarem nossos amigos, Less Than Jake, No-Effects, todos esses cara que nos incentivaram, nos trataram bem e nos deram essa chance de crescer com eles, isso é sempre muito legal, e também tem os caras doThe Wonder Years são incríveis também – eles acabaram de lançar um novo cd, queria mencionar isso porque amo esses caras.

Jason: Eu tenho a sensação que sempre que ouço falar de Warped Tour, Less Than Jake vai sempre estar no line-up.

Alex: Eles abraçaram o festival, eles tocaram por muitos verões lá. Acho que teve um há alguns anos atrás, entre 2010 e 2012, que fizemos todo o festival com eles… Eu amo aqueles caras.

 Jack: Uma das coisas legais que eu gosto do Jake, é que você nunca vai ir ao mesmo show e aprendemos isso com eles, porque no palco, eles têm um show novo a cada dia… Interagindo com fãs e tal, isso é algo que a gente meio que admira. Eles sempre fazem uma festa nos palcos.

Alex: Totalmente.

Jason: Já rolou alguma coisa estranha com fãs no meio?

Jack: Isso sempre acontece.

Alex: Quero dizer, a mãe do Jack não para de ligar pro meu celular, ou vai à minha casa quando estou por lá… Isso está começando a ficar preocupante… (risos) Não, nós definitivamente temos os “esquisitos”, tem esse que, eu tinha acabado de chegar em casa da turnê, tínhamos ficado  fora por meses e eu descobri que tinha uma menina sentada no meu jardim, escondida nos arbustos, tirando fotos pela minha janela quando cheguei em casa. Então essa foi bastante assustadora… Também, já tivemos pessoas entrando escondido no ônibus ou nos bastidores, o que é um pouco estranho. É esse tipo de coisa “estressante”, porque quando você está na estrada por tanto tempo quanto nós estamos – às vezes passamos 300 dias por ano em turnê – sua vida, sua casa e sua privacidade meio que se encontra no ônibus, nos bastidores e coisas assim, então toda vez que alguém invade esses espaços, você fica chateado, meio “eu não tenho nenhum outro lugar pra ir agora. Não tenho um espaço seguro mais”, de vez em quando as coisas ficam um pouco estranhas, mas felizmente, a maioria dos nossos fãs nos respeita durante a tour e não tivemos muitas coisas assim rolando.

Jason: Quando vocês estão em turnê, vocês gostam de documentar as coisas? Vocês mantem as redes sociais atualizados, mostram como é o show, porque quando vocês fazem isso por Instagram, Snapchat, Twitter, enfim, as pessoas sentem que conhecem vocês por vocês estarem sempre compartilhando coisas com eles, então quando eles te conhecem pessoalmente eles sentem que já conhecem vocês, mesmo vocês não sabendo nada sobre eles e – isso é uma coisa que aprendi pelo YouTube, porque existem muitos fãs assim e você não sabe nada sobre aquela pessoa.

Alex: Sim, com certeza. O mundo que vivemos agora, com as redes sociais e tal, ter o podcast, vídeos no YouTube como você disse, as pessoas realmente tem essa ideia que eles realmente te conhecem.

Jack: Eles ficam muito confortáveis com vocês, e eles acham que podem falar algumas coisas que normalmente está tudo bem, mas outras vezes é meio “uau, o que você falou?”.

Alex: Sim, existem momentos onde esse conforto todo acaba se tornando essa linha indefinida de o quê pode e o que não pode, mas eu sinto que muitas pessoas sabem que temos esses dois lados, somos muito brincalhões e sarcásticos que mostramos muito, porém ao mesmo tempo somos apenas pessoas normais. Eu sinto que eles estão ficando melhores em saber quando estamos ou não brincando, o que ajuda bastante porque se as pessoas achassem que estamos falando sério sobre algumas coisas que falamos ou vice versa, iríamos confundir muitas pessoas ou ofende-las.

Jason: Vocês irão fazer uma turnê com o podcast também?

Alex: Estamos, vamos tentar. Na verdade começa amanhã, o que é muito radical. Nunca pensamos antes em fazer o programa ao vivo, mas essa turnê meio que acabou fazendo ser o momento perfeito, e a emissora tem os contatos desses clubes de comedia para usar eles, então perguntamos para os fãs se eles gostariam de nos ver ao vivo e se tornar parte dele, obviamente mudou muito a dinâmica do programa porque haverá muito mais público e essas coisas, mas é… O primeiro é amanhã e estou nervoso por ele porque não sei como será… Nunca fiz isso antes.

Jason: Já fiz essa coisa chamada VidCon, que é tipo uma conversa ao vivo pelo YouTube, pensando que ninguém iria querer assistir, crianças não ligam pra podcast. Entendem o que estão querendo dizer? Tipo, eles gostam das rádios publicas normais, mas eles adoraram. Quer dizer, eles não estão ali por mim, eles não ligam pra mim, eu sou um nada, NADA! Vocês estão vindo para Los Angeles?

Alex: Sim, estamos. Acho que vamos passar por aí acho que no dia 22? Vamos fazer um programa aí no…

Jack: Improv.

Jason: Mas é claro que eu posso ir.

Alex: Você vai estar lá?

Jack: Vamos te colocar na lista, só pra garantir.

Alex: Você quer estar no programa?

Jason: Sim. Vocês podem me colocar na lista e mais dezenove convidados?

Alex: Claro. Ninguém comprou os ingressos, então temos bastantes lugares vazios.

Jason: Não, quem saber? Coloquem apenas dezoito convidados porque eu não acho que ela vá me ligar de volta…

Alex: Eu vou deixar dezenove, porque só Deus sabe que precisamos lotar esses lugares.

Jason: Mas vocês vão tocar alguma das músicas de vocês acústico, contar uma história ou é apenas o podcast?

Jack: É uma boa pergunta, não estamos planejando muito, o quê poder ser bom ou terrível, mas essa é a beleza em fazer isso ao vivo, qualquer coisa pode acontecer…

Alex: Eu acho que muitas coisas vão depender da reação dos fãs, existem maneiras de deixar as coisas interessantes.

Jason: Caras não se preocupem, se algo der errado, eu vou fazer as pessoas me notarem.

Alex: Por favor, pelo amor de Deus. Ajude-nos, te encorajamos a fazer isso.

Jason: Vocês tem o Full Frontal no Soundcloud e no iTunes, e nesse programa, estamos na mesma família – me passem o telefone de vocês… Quer saber? Apenas falem seus números ao vivo… Informações bancárias também e seguro social… Apenas para nos conhecermos melhor.

Alex: Não deveria se chamar seguro social se não fosse para compartilhar com as pessoas socialmente.

Jason: É tipo redes sociais mas é um seguro social. Postem nos seus Snapchats.

Alex: Claro, eu vou postar no meu mais tarde.

Jason: Depois procuro no snapchat porque é lá que as melhores coisas estão… Então vocês podem tentar no alltimelow.com/gov?

Alex: Sim, alltimelow.gov

Jason: E o LinkedIn de vocês é LinkedIn.com/alltimelowbizz. Meu irmão conheceu a namorada dele no LinkedIn, se conheceram lá, eu faço piadas desse site e essa garota aparece lá com meu irmão.

Alex: Isso realmente aconteceu?

Jason: Eu juro, eu faço piadas sobre o LinkedIn o tempo todo, tipo “uma garota terminou comigo via LinkedIn”, mas essa garota flertou com o meu irmão por esse site.

Alex: Isso é incrível. Essa é a primeira vez que eu ouço sobre alguém usar ele e ter sucesso. Eu vou responder da próxima vez que receber um convide dele.

Jason: Será meu, provavelmente, pra te animar. Muito obrigado, boa sorte na turnê e – não que vocês precisem.

Jack: Precisamos.

Jason: Não, eu abençoei vocês… Estou ansioso para a turnê do podcast, sairmos juntos e pirar. Obrigado ao Full Frontal e All Time Low, digam ao Dom e Craig que eu disse oi!

Alex: Iremos falar ao Dom e Craig que você mandou um oi, eles vão ficar bem animados!

Jason: Quero agradecer ao Alex e Jack e esse é o Friends Without Benefits!

Jack: Te amo.

Jason: Tchau…

Alex: Obrigado por nos receber, cara.

Jason: Obrigado por participar!

Alex: Com certeza, você é demais. Muito obrigado!

ALEX GASKARTH DÁ ENTREVISTA PARA A KERRANG

Das rádios para as arenas, All Time Low tem lentamente tomado conta do mundo. Agora, enquanto eles arrebentam nas telas, Alex Gaskarth está visando dominação total!

Continuando no seu caminho em direção à verdadeira dominação global — com tudo, das rádios às arenas, o quarteto de Baltimore agora mergulha de cabeça em um mundo de atuação, fazendo o papel deles mesmos no filme Fan Girl. Contando a história da devota fã de ATL, Telulah Farrow (atuada pela atriz de Mad Men, Kiernan Shipka) e suas tentativas de fazer um filme sobre seus heróis, está longe de Shakespeare, mas foi uma experiência que a banda curtiu muito.

As fãs não precisam se preocupar, entretanto, porque All Time Low não vai abandonar a música e irá para Hollywood em breve. Mas isso não significa que Alex Gaskarth não está pensando grande, contudo…

A DOMINAÇÃO MUNDIAL DE ALL TIME LOW CONTINUA COM O SEU PRIMEIRO PAPEL EM UM FILME, ALEX. FAN GIRL FOI ESCRITO COM ALL TIME LOW EM MENTE OU VOCÊS FORAM ESCOLHIDOS PARA PREENCHER O PAPEL DE “BANDA”?

“Na verdade, foi escrito com a gente em mente. A mulher que desenvolveu o script  baseou a personagem principal na sua filha, que é uma grande fã de All Time Low, e com isso a companhia de produção entrou em contato com a gente. Foi muito lisonjeiro e legal ter alguma coisa desenvolvida baseada na gente, então não tinha como recusarmos! Não era algo para se levar muito a sério ou qualquer coisa assim. Não era para lidar com coisas fora do normal que levasse o nome da banda a ficar sujo pra sempre! É só um filme divertido, e uma experiência muito legal pra gente.”

COMO FOI TER QUE ATUAR VOCÊS MESMOS NA TELA?

“Eu digo que nós atuamos nós mesmos, mas definitivamente uma versão ficcional de nós mesmos. Tem vários fatos falsos e coisas do tipo; serve a história mais do que é preciso, mas, ao mesmo tempo, também foi legal fazer isso. Foi fácil não ter que ir e atuar como outra banda. Na verdade, não aparecemos no filme tanto assim, para ser honesto — tem algumas cenas-chave e aí vem a apresentação, que filmamos em Nova York. A audiência ao vivo teve alguns extras, mas também colocamos um anúncio no nosso fã clube para ter vários de nossos fãs lá pra encher o local. No momento, não podíamos contar a ninguém o que estávamos fazendo, então um monte de gente pensou que estávamos filmando um clipe ou um programa de TV. Foi meio engraçado porque depois teve muito mistério, com um monte de gente perguntando, ‘Então, no que eu estava participando?’ (risos).”

VOCÊ FOI PICADO PELO MOSQUITO DA ATUAÇÃO? NO SET, VOCÊ PENSOU ALGO DO TIPO “SABE, EU QUERO FAZER MAIS DISSO!”?

“É difícil dizer, porque eu acho que tenho, tipo, três falas no filme! Mas foi divertido, e é definitivamente um mundo diferente. Eu meio que sempre quis atuar um pouco — só para experimentar — mas fazer parte disso não me fez querer sair da banda e trabalhar nisso o tempo inteiro. A coisa que você talvez não perceba quando está fazendo um filme é quanta espera existe. É bem difícil, você fazer cena atrás de cena, e tem, aquela coisa “Certo, agora temos que configurar a cena, então fique sentado aqui por 1 hora.” Era eu fazendo uma pequena cena durante um dia inteiro – Eu não consigo me imaginar sendo o personagem principal filmando durante o mês todo! Iria ser muito difícil para mim interpretar um personagem, ou até mesmo lembrar o roteiro!”

“EU IRIA ODIAR VER O QUE TINHA NAS NOSSAS ANTIGAS TURNÊ NO FILME!”

QUANDO VOCÊ ERA PEQUENO, VOCÊ FAZIA VÍDEOS CASEIROS NA FILMADORA? VOCÊ TEM ALGUMA RECORDAÇÃO GRAVADA NA CAMÊRA QUE ESPERA NÃO VER NUNCA MAIS?

“Na verdade, não. Nós não tínhamos filmadora quando eu era pequeno e estava crescendo. As recordações seriam de mais tarde, quando começamos a banda, felizmente não tínhamos câmeras nas turnês, porque quando tínhamos 17 anos, eu tenho certeza que nós atingíamos a maior escala de sem noção, e eu iria odiar ver essas coisas no filme. Provavelmente teria várias bolas…”

QUEM VOCÊ GOSTARIA QUE INTERPRESTASSE O ALEX GASKARTH NUM FILME SOBRE A HISTÓRIA DO ALL TIME LOW?

“Cara! Talvez o Chris Pratt, que gravou Jurassic World. Eu o amo! Quer dizer, ele não se parece nada comigo, mas ele é engraçado.”

SE CORTASSEM O CABELO DELE IGUAL AO SEU, VOCÊ ACHA QUE TERIA MENOS DIFERENÇA?

“Não! (risos) Agora ele está desfiado! Eu teria que fazer o mesmo no meu para parecer ele!”

SE TIVESSE UM FILME DE VERDADE SOBRE O ALL TIME LOW, QUAIS AS QUALIDADES DA BANDA E SUA VOCÊ GOSTARIA QUE FOSSE MOSTRADA?

“Eu gostaria que a história fosse sobre fazer algo por você mesmo. A banda surgiu do nada – nós éramos jovens no colegial, nada foi entregue para nós de bandeja em termos de carreira e como nós começamos. Isso foi construído degrau por degrau, e eu acho que isso é uma boa história – por mais que pareça um filme que já foi feito.”

E O QUE VOCÊ NÃO GOSTARIA QUE ESTIVESSE NO FILME?

“Provavelmente uma cena erótica entre nós 4. Eu tenho certeza que não gostaria de ver isso. (risos) Sério, não tem nada de ruim entre nós agora. Eu não consigo pensar em nada ruim. Há várias letras escritas ruins que eu não gostaria que ouvissem – gravar num estúdio com pessoas que não nós sentimos bem. Os momentos mais estranhos são os que vem depois de 8 horas gravando algo e pensar ‘Droga, não alcançamos nada legal hoje”.

ALÉM DO FILME, O QUE MAIS TEM DE NOVO NO ALL TIME LOW?

“Na turnê Back To The Future Hearts, nós estaremos gravando nosso programa, O Full Frontal, ao vivo. Nós sempre gravamos no camarim dos shows ou no hotel, mas nós pensamos que poderia ser legal se fizermos isso na frente de uma plateia. Então, nós estamos trabalhamos com o Sideshow Network, que faz os shows de comédia em pubs no Estados Unidos. E nós também temos muito shows planejados, mas esse ano foi um show atrás do outro. Acho que nos feriados, nós tentaremos tirar um tempo só para nós e relaxar com a família, e voltaremos para a estrada em Fevereiro.”

TEM ALGUM MATERIAL NOVO SENDO GRAVADO OU VOCÊS ESTÃO OCUPADOS COM TUDO QUE ESTÃO FAZENDO AGORA?

“Eu tenho escrito músicas nesse pouco tempo livre que temos, mas está muito cedo para falar sobre essas coisas novas, sério. Eu não sei quando isso saíra. É bem surpreendente porque Future Hearts teve um reconhecimento tão grande que não é necessário pular para outra coisa tão rápido. Eu escrevi muitas músicas para o 5 Seconds of Summer, principalmente o ‘Sounds Good Feels Good”, mais algumas coisas alí e aqui, mas nada mais do que isso.”

O QUE TE OBRIGA ESTAR ENVOLVIDO EM TANTOS PROJETOS ASSIM? E VOCÊ VIVE DE ACORDO COM A FILOSOFIA ‘VOCÊ SÓ VIVE UMA VEZ?’ E VOCÊ QUER ALCANÇAR TUDO DE UMA VEZ O MAIS RÁPIDO QUE PODE?

“Sim, tem um motivo para isso, sabe? All Time Low é o que agora. É como uma máquina bem lubrificada, e não quero dizer que seja fácil, porque é um grande compromisso, mas quando estamos em turnê durante o ciclo de gravação é um caso de saber o que temos que fazer. Isso nos permite ter mais tempo para descansar e sermos mais criativos em outros aspectos das nossas vidas. Eu não acho que seja loucura precisar alcançar mais, mas é divertido. Eu sou um escritor e eu amo escrever fora do meu gênero, e o melhor jeito de fazer isso é escrevendo para outras pessoas que precisam disso. Me permite continuar sendo criativo quando o All Time Low não precisa pensar em fazer gravações e me tira da minha zona de conforto, ao mesmo tempo.“

VOCÊ SE PREOCUPA POR ESTAR SE DIVIDINDO ENTRE TANTOS PROJETOS?

“Eu não me sinto desse jeito. Tem várias pessoas por aí que eu olho e penso “Eles trabalham mais do que eu e ainda tem tempo pra mais coisa” então eu penso que posso fazer mais também.”.

VOCÊ VÊ UM FUTURO FORA DA MUSICA?

“Não tem futuro. (risos) Não, eu acho que sempre estarei no meio da musica para sobreviver. É onde eu foco minha vida, e a banda não tem planos para acabar.  Como eu mencionei, eu realmente adoro escrever músicas para outros artistas, e eu adoraria começar a produzir álbuns para outras bandas. Acredito que seria uma grande coisa para mim, e definitivamente, eu quero ajudar outras bandas se tornarem algo grande. Fizeram isso por nós, e eu acho que seria divertido retornar isso à alguém.”

VOCÊ SE PREOCUPA COM O SEU LEGADO DE CRIATIVIDADE? VOCÊ SE PREOCUPA SE O QUE É DEIXADO PARA TRÁS AINDA IMPORTA?

“Eu não fico pensando nisso, acho que é fácil dizer: “Não, eu não quero fazer isso” ou “Eu só quero fazer esse tipo de coisa porque tudo o que eu quero fazer é super significante, e escrever sobre pessoas e etc”. O que importa pra mim é o que as pessoas estão gostando. Eu não acho que quando Led Zeppelin começou ele disse: “Oi, eu vou ser o Led Zeppelin um dia”. Você tem que deixar isso acontecer.”.

SE VOCÊ PUDESSE GOVERNAR O MUNDO, O QUE ESTARIA NA SUA LISTA DE AFAZERES?

“Tantas coisas. Faria que o mundo fosse um reality show permanente, igual o The Bachelor e The Only Way Is Essex. Eu faria algo parecido com isso misturado com um pouco de coisas ilegais. Também seria obrigatório todos terem uma fonte de chocolate em casa o tempo todo – estaria nas regras dos prédios. Agora quanto a coisas mais sérias, existem muitos problemas sociais que nos faz querer mudar as coisas. Talvez no topo da lista esteja entender melhor o direito básico do ser humano. Ainda existe bastante espaço para aprimorar os direitos das mulheres e da comunidade LGBT, e realmente temos que fazer algo relacionado ao racismo. Não consigo acreditar que estamos em 2015 e ainda existe racismo por aí! Ensinar as pessoas tolerância e aceitação é um ótimo jeito de começar, é algo que realmente precisa ser explorado para dar uma base firme e assim podermos trabalhar em outras questões sociais importantes. Saúde é essencial. Precisamos que todas as pessoas sejam saudáveis, não que fiquem se perguntando quando vão comer de novo ou onde vai conseguir água limpa. Eu acho que as pessoas devem ser melhores educadas também. Eu acho que ter uma melhor consciência do mundo que estamos cercados, melhoraria o conhecimento e a capacidade de aplicar e isso faria um mundo mais estável. Compreensão, empatia e uma população justa.”

UMA VEZ QUE VOCÊ CONQUISTOU A TERRA COMPLETAMENTE, MARTE SERIA O PRÓXIMO?

“Cara, você não deveria sequer me falar sobre isso – Eu adoraria. Se eu tivesse os meios para fazê-lo. Eu pagaria o meu trajeto para ir nesses voos para a galáxia só para poder experimentar o espaço. Eu seria a primeira a pessoa a assinar a lista para ir para Marte se eu pudesse, mas parece que o primeiro casal de tripulantes estará indo de uma maneira que eu não sei se gostaria de ir! Mas quando tiver viagens casuais eu quero ir!”

GASKART PARA PRESIDENTE?

“Na verdade, não estou permitido concorrer a presidência, o que quer dizer que não vou dar uma de Donald Trump tão cedo… o que não é uma coisa ruim! Eu nem nasci nos Estados Unidos, e segundo a constituição somente nascidos nos EUA podem concorrem para Presidente, e eu nem mesmo voto, porque não sou um cidadão americano. Eu ainda tenho a cidadania britânica. De qualquer jeito, eu posso usar minha voz para influenciar outros a votarem do jeito que eu gostaria – o que é muita responsabilidade. Eu adoraria sentar no gabinete do Rian Dawson (baterista) – Eu acho que ele daria um ótimo presidente! Respeito o Donald Trump, eu realmente acho ele uma cara muito legal – e ele tem um queixo bonito e uma cabelo incrível, o que definitivamente ajuda.”

Confira abaixo as fotos da revista em nossa galeria:

TOP 10: 10 ANOS FORTES; PELA IDOBE

O site Idobe fez um Top 10 de bandas que completaram 10 anos de banda, ou de álbum. No caso, o CD The Party Scene do All Time Low completou 10 anos esse ano. A matéria foi escrita pelo Sam Devotta e você pode conferir ela traduzida logo abaixo:

“Eu gosto de pensar que eu seria um bom amigo do All Time Low, se tivesse chance. Eu poderia falar sobre o Harry Potter com o Alex, poderia debater sobre The Nightmare Before Christmas com o Jack, poderia curtir o dia com o Rian no Starbucks e assistir o Zack treinando enquanto, eu lamento minha própria preguiça. Uma das primeiras coisas que eu notei quando ouvi All Time Low, quase dez anos atrás, foi como os caras são. Claro, eles são mais famosos do que eu jamais serei, mas eles tratam todos com igualdade, que os faz parecer mais como amigos do que reis da cena ‘pop-punk’. O que me faz os ver de modo especial também, é o show, que tem mais cara de ‘festa em casa com bons amigos’ do que realmente um concerto. Dez anos depois de lançar The Party Scene, eles continuaram estourando com seu som, lançando músicas novas e saindo em turnês quase sempre. Eu não vejo razão nenhuma de ver o All Time Low acabar, espero que a trajetória deles seja grande e que durem muito mais, especialmente depois do sucesso que Future Hearts teve e depois de participarem de um filme, o Fan Girl. E não faz mal que eles estejam sempre conectados com seus fãs, as pessoas que os ajudaram a chegar onde eles estão agora, permanecendo gratos por esse apoio, mesmo quando estamos enchendo eles on-line por uma resposta. Uma coisa é certa, onde quer que eles acabem, o All Time Low nunca deixará seus fãs no escuro.”

Ouça The Party Scene aqui: Spotify.

Matéria: clique aqui.

“FOI MUITO DIVERTIDO FAZER PARTE DISSO.” ALEX GASKARTH FALA SOBRE O FILME “FAN GIRL”

Recentemente a Alternative Press conversou com Alex sobre o filme Fan Girl, no qual o All Time Low estrelou. Você pode ler o que ele tem a dizer sobre o filme na entrevista abaixo.

Como o All Time Low se envolveu na produção de Fan Girl?

Alex Gaskarth: Isso meio que aconteceu do nada para a gente. Chegou em nós como: o filme foi escrito, o script foi escrito baseado na pessoa que escreveu o scrip, a filha dela e o fato de que a filha dela é fã da banda. Então ela teve a ideia para o filme, e isso se tornou esta história mais ampla e narrativa sobre essa garota no colegial. Ele foi basicamente feito para nós porque o filme foi escrito sobre a nossa banda – e eu acho que a banda teria sido substituída caso a gente não tivesse aceitado. Mas a gente pensou que isso seria algo diferente e legal. Foi ótimo fazer parte dele.

Como foi a experiência de atuar de maneira diferente da qual você já fez no passado, como em clipes musicais e estando na frente da câmera com a banda?

Alex Gaskarth: Bem, a performance foi bem parecida, para ser sincero. Claro que o foco era mais voltado para os atores e menos para nós. Mas foi um território bem familiar. Quero dizer, foi uma pequena participação – foi muito divertido fazer parte disso e todo mundo aceitou o fato de que eu não sabia o que estava fazendo. Então, como eu disse, foi algo diferente de se fazer e é sempre divertido experimentar coisas novas.

Você teve algum problema para entrar no espírito do personagem?

Alex Gaskarth: Não, eles pegaram leve comigo. O fato de que nós só tínhamos que ser nós mesmos ajudou, com certeza.

O que você acha que o filme vai significar para o All Time Low como banda e a nossa cena em um geral?

Alex Gaskarth: É muito difícil dizer se teremos alguma consequência a longo prazo. Para nós, nós somos uma banda há 12 anos, e é legal ser reconhecido por algo a mais do que uma banda que apenas algumas pessoas conhecem. É muito divertido ser parte de algo desse tipo. O mais legal que isso trouxe para a nossa banda: nos apresenta para pessoas novas. Definitivamente algumas das pessoas que assistiram o filme na ABC Family não conheciam a nossa banda. Então do ponto de vista de alcançarmos novas pessoas, eu acho que é ótimo. E obviamente, nos ajudou muito que a nossa música tivesse uma presença tão grande no filme. Algumas músicas eram constantemente tocadas no filme, juntamente com músicas de outras bandas. Isso ajuda a banda, mas também traz mais reconhecimento para este gênero musical, o que é ótimo porque este gênero musical ficou esquecido por um tempo. Foi muito, muito legal que eles tenham abraçado essa cena musical como um todo. Não foi apenas sobre o All Time Low – o que eu acho que fez com que isso se tornasse um pouco mais real para todos nós. Se tivesse sido apenas sobre nós, não teria sido tão espontâneo. Mas eu achei muito incrível o fato de que eles fizeram uma pesquisa e que eles estavam muito a par dos aspectos dessa cena musical.

Quanto daquilo foi originalmente escrito no script? Vocês contribuíram em algo?

Alex Gaskarth: A gente não teve muita participação nessa parte. Na verdade, muitas coisas já estavam no script quando ele foi entregue para nós. E eu realmente aprovei, eu acredito que eles fizeram um trabalho incrível por realmente saberem os fatos deles e já terem bastante coisas ali. A gente não se envolveu muito no processo criativo. O script foi criado ao redor da nossa banda. Nos perguntaram se queríamos fazer parte disso e nós super concordamos.

Não é novidade que All Time Low tenha uma fanbase praticamente jovem, entusiasmada e feminina – quem eu tenho certeza que estará assistindo esse filme especificamente por vocês. O que vocês querem que eles aprendam desse filme?

Alex Gaskarth: Eu acho que é apenas um filme. Eu não acho que ele esteja necessariamente fazendo alguma grande afirmação. É basicamente uma piada. Eu acho até que combina com o título. É meio que uma crítica, mas também um comentário. É um comentário sobre onde algumas pessoas estão em em sua vida. Eu acho que a mensagem do filme seria não se perca completamente na obsessão. Pegue essa obsessão, aplique e faça dela algo criativo e bacana. Eu acho que isso é algo que as pessoas podem aprender com o filme desde que realmente se envolva e faça com carinho e transforme em algo produtivo.

Quanto a Back To The Future Hearts Tour, que tipo de coisas novas e legais vocês estão trazendo para essa turnê que os fãs podem aguardar?

Alex Gaskarth: A grande coisa dessa turnê é o foco no novo álbum. Até agora, nós tocamos quatro ou cinco do novo CD. O que eu realmente queria fazer dessa vez era dar uma experiência completamente nova ao redor do novo CD. Uma das coisas que nós notamos com esse novo álbum foi o quão apaixonado as pessoas ficaram com as novas músicas. Mas que antes, pessoas estão dizendo, “Nós queremos ouvir as novas músicas, queremos ver isso ao vivo,” etc etc. Então, tivemos a ideia de tocar a maioria das novas músicas do álbum e continuar tocando todas as outras canções antigas que as pessoas queriam ouvi. Mas é incrível para nós ver que depois de 12 anos de carreira, as pessoas ainda querem ouvir nosso novo material… o que nem sempre acontece. É muito legal. É uma daquelas grandes turnês que nós sempre fazemos nos Estados Unidos como atração principal. Do ponto de vista de produção, nós estamos fazendo um monte de coisas legais – o show parece incrível, a iluminação parece demais. Estou muito animado para as pessoas verem. Definitivamente leva o show para um novo nível.

Confira a matéria original clicando aqui.

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