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ALEX FALA COM ‘THE KELLY ALEXANDER SHOW’

The Kelly Alexander Show postou uma entrevista que ela fez recentemente com Alex. Nele, Alex fala sobre a banda, carreira e sobre o álbum Future Hearts.

O áudio você ouve aqui com tradução logo abaixo:

Tradução:

Entrevistadora: Ansiosa para conversar com o nosso próximo convidado, Alex Gaskarth, ele é cantor da banda de rock americana, All Time Low, a que acabou de lançar seu sexto álbum, chamado Future Hearts. O álbum chegou a ficar em 1° lugar nos Estados Unidos e no Reino Unido, e a banda já vendeu mais de um milhão de cópias pelo mundo inteiro, sem mencionar que já tocaram em vários tv’s shows, como Kimmy Kimmel Live e Tonight Show. Bem vindo ao Kelly Alexander Show.

Alex: Oi! Obrigado por me receber.

Entrevistadora: Então Alex, como você e os meninos formaram a banda no início dos anos 2000’s?

Alex: Então, nós éramos apenas um bando de garotos punk na escola, nós não queríamos praticar esportes, e também queríamos desistir da faculdade, então não tinha muita coisa para se fazer depois (risos) além de tentar a música, então Jack e eu, que conhecia antes, tocávamos guitarra e nos reuníamos para tocar e durante o ensino médio conhecemos Rian, nosso baterista, e Zack, nosso baixista, e nós tínhamos os mesmos interesses, a mesma meta e éramos fãs das mesmas bandas. Depois disso, as coisas rolaram assim… Tocamos alguns covers, e percebemos que deveríamos ser sérios sobre isso, deveríamos fazer algo nosso, da nossa própria criação para dar o seguinte passo. No último ano do ensino médio, nós já tínhamos algo muito mais sério, então nós partimos dali e tem sido um caminho bem louco.

Entrevistadora: Vocês descobriram rapidamente que tinham algo especial, tipo, uma química? Eu sei que vocês são amigos, mas você já chegou imaginar, que talvez, isso só seria algo profissional?

Alex: Como você disse, eu acho que sabemos que nós 4 juntos temos algo especial, sabe? Eu digo, além da música, temos uma amizade especial, sobre a química entre nós 4, sabe… Eu acho que a beleza disso é que nós temos algo e nós sabíamos que tínhamos algo e que tínhamos que tocar a música com perfeição e, temos crescido desde aquela época, eu acho que somos quase bons agora.

Entrevistadora: Como você descreveria sua música? Que eu saiba vocês tem um ‘apelido’ de banda de rock, mas se você pudesse sentar e descrever em algumas palavras, o que você diria sobre a sua banda?

Alex: Cara… É muito difícil descrever, porque somos meio que… Algumas pessoas falam pop punk porque foi daí que viemos, eu acho, mas eu sinto que é uma parte de rock também, tem muita da sensibilidade do pop, um pouco da atitude punk, e nós tentamos muitas coisas diferentes e estamos aqui a tanto tempo desenvolvendo o nosso som. Esse álbum é bastante eclético, eu acho, tem de tudo um pouco, nós tentamos misturar um pouco das coisas para sermos a banda que somos agora.

Entrevistadora: Uma banda ou um artista que mais influencia sua banda?

Alex: Acho que o que mais influencia é Foo Fighters, e tem mais uma banda, que eu costumava a ouvir quando era criança e cresci ouvindo que são Nirvana e Green Day, são tipo, duas bandas que me levaram a fazer rock. E sabe, o cd de lançamento do Foo Fighters foi tão… eles são muito ecléticos, e você pode dizer que há uma grande diferença, a principio era rock, mas, eles sempre estão tentando fazer algo diferente, e cada música tem algo diferente também, acredito que pegamos várias lições com eles.

Entrevistadora: Quem está nos acompanhando é o cantor Alex Gaskarth, do All Time Low. Tenha certeza de checar o site do AllTimeLow.com… Quais os desafios que você enfrenta como o cantor líder da banda, Alex?

Alex: Hm… Desafios? Quero dizer, acho que, você sabe, há um pouco de pressão em não se entregar, tentar ser o melhor porta voz e há uma grande diversão, sabe, eu tento dar o meu melhor e tento levar a plateia junto comigo na palma da mão. Eu me dou por completo no palco. Eu também escrevi a maioria das músicas, acredito que é a maior pressão que cai sobre meus ombros, é quando estamos fazendo uma nova música ou um novo álbum. Começa comigo, e eu tenho que passar para o outro cara… Eu sou responsável por escrever músicas que o outro cara não odeie. Essa é a maior pressão que tenho, eu acho.

Entrevistadora: Falando sobre o aspecto de escrever, você sabe que o seu último cd é o Future Hearts… Ele foi escrito rapidamente e em conjunto, ou ele foi uma longa jornada, tipo, escrevendo e gravando um som de cada vez, vendo que a maioria das coisas inicia em você?

Alex: Sabe, o processo do cd foi bem rápido, eu acho, na realidade, no momento que escolhemos o produtor, John Feldy e fomos para o estúdio, deve ter levado um mês e meio, dois meses para gravar as musicas, no qual você sabe que não é muito tempo. Nós tentamos quebrar o recorde de ficar um ano e meio, nós viajamos demais, então o grande problema em gravar o CD, na verdade, é encontrar um tempo entre turnês e viagens. Esse foi o grande foco nesse novo cd, ter um tempo para escrever músicas boas e escolher quais irão para o álbum.

Entrevistadora: Você tem um especifico tema ou mensagem que quis passar para seus fãs com o Future Heats, ou é uma coleção de algumas músicas que simplesmente foram escritos para o álbum?

Alex: Com certeza tem uma mensagem, é sobre ‘relembrar seus dias’ enquanto você está crescendo. Muito disso está no álbum, e estamos revisitando as cidades que já fomos e tentamos inovar isso, a ideia principal, eu acho, o conceito de olhar pra trás, mas seguindo em frente com o que aprendemos pelo caminho e se focar no futuro.

Entrevistadora: Você mencionou que vocês fazem muitas turnês, você sente falta de casa ou sua casa é a estrada, tipo, como se você não soubesse o que é uma casa?

Alex: (Risos) Nós realmente sabemos o que é uma casa! (risos) Nós todos temos nossas casas e somos de Baltimore, que é uma cidade pequena e linda, que está relacionada com grandes cidades. Representa um lar para nós toda vez que estamos fora das turnês, é muito bom voltar e tirar um tempo para ser normal, porque não é nada normal em viver 300 dias por ano na estrada, mas ao mesmo tempo, eu acho que fizemos um bom trabalho em crescer vivendo essa vida e aproveitar a estrada, acho que a melhor parte é que temos uns aos outros, somos uma família. Nós ficamos bem próximos das pessoas que trabalham com a gente, damos apoio para todos na estrada, o que deixa essa distância de casa mais doce porque temos essas duas famílias separadas, o que é muito legal de ter.

Entrevistadora: Se eu fiz as contas certas, vocês estão chegando aos 30 anos… É difícil ter relações, porque vocês estão na estrada sempre, como você mencionou. Eu sei que você mencionou que tem uma segunda família, mas é difícil ‘abrir as asas’ e ter a sua própria família?

Alex: Essa é uma boa pergunta! Não, eu acho que não. Quando você está crescendo, é um pouco mais difícil, quando você é um adolescente, ou começando os 20 anos, você tenta muito se descobrir durante os anos, enquanto cresce, mas eu estou noivo faz algum tempo com uma garota que conheço há muitos anos, então não tem sido difícil para mim trabalhar nos dois.

Entrevistadora: Quando você está na estrada, tem alguma coisa que você leva de casa para a estrada, como se fosse algum amuleto? Eu entrevistei algumas pessoas e elas disseram que levam seus lençóis de cama com eles.

Alex: É, tem bastante coisa que ajudam a deixar tudo mais confortável na estrada… Sim, temos caras que trazem seus próprios travesseiros, lençóis e coisas do tipo para o ônibus, isso não é novidade pra gente, mas uma coisa boa para mim é ter a certeza de ter acesso a tudo que eu gosto, como música e as coisas que gostamos de fazer. Sabe, eu gosto muito de assistir filmes, ouvir músicas, é engraçado, nós brincamos de “Beer Pong” e “Vira Copo” durante os dias de show, que qualquer um envolvido na turnê pode participar por sua conta e risco, esse é um bom jeito de passar o tempo desde que seja feito com responsabilidade, se temos um show depois… Você não quer subir no palco bêbado.

Entrevistadora: Tem alguma banda ou artista que você adoraria trabalhar junto ou sair em turnê com ela?

Alex: Tem tantos! Tem algumas bandas boas e artistas que estão mudando a música em geral, eu acho que tem vários novos artistas que estão ajudando a moldar o perfil da próxima geração de músicos… Mas, eu gostaria de trabalhar com artistas como a banda Twenty One Pilots, Sia, que para mim é uma artista incrível de pop e compositora, O Dave Grohl, o Incrível. E, no Future Heats nos trabalhamos com Mark Hoppus, cantor da banda Blink 182, na música Tidal Waves. E sabe, eu cresci ouvindo Blink e eles tem uma grande influência de como levamos a nossa banda; Nós tivemos um momento muito bom, e realmente curtimos o que estávamos fazendo. Trabalhar com Mark foi uma grande honra.

Entrevistadora: Eu estava vendo, e vocês tem um grande apoio nas redes sociais, especialmente no Twitter, vocês têm mais de 1 milhão de seguidores. O quão importante isso é para você e para o resto da banda, se comunicar diretamente com seus fãs e o que significa ler todas as mensagens que eles mandam?

Alex: Sabe, quando eu olho para trás, tipo, quando eu era jovem e era fã de música antes da banda, eu penso o quão incrível seria se eu pudesse ter acesso aos meus artistas favoritos. Acho que a mídia social tornou esse recurso incrível para nós. Não apenas ser possível mostrar a nossa música para o mundo todo, mas também interagir com seus fãs como você disse, eu acho que faz uma enorme diferença essa linha direta com o que seu público quer, saber o que eles sentem, se eles estão gostando, que outras bandas estão ouvindo, com quem querem ver na sua tour e etc, eu acho que fez as nossas carreiras ainda maiores, porque podemos saber o que nossos fãs querem, o que é íncrivel.

Entrevistadora: Quanto ao próximo passo, eu sei que o álbum saiu esse ano e vocês estão fazendo muitos shows, onde você espera ver a banda nos próximos 12 meses e tal? Vocês já definiram metas específicas para o que querem conquistar?

Alex: Eu acho que nós sempre estamos planejando os próximos passos, ainda estamos no meio do processo de criar esse novo álbum, eu sinto que ainda tem muita coisa nesse álbum, é um dos melhores álbuns que já fizemos para os nossos novos e antigos fãs, ajudou muito a banda a crescer, então acho que iriamos atrapalhar as coisas se apresarmos muito as coisas, mas temos muitos shows vindo por aí, estamos indo para o Canadá, o que vai ser incrível e temos shows pelo Estados Unidos depois disso, já temos planejado para o próximo ano voltar para o Reino Unido, provavelmente voltar para o Canadá e fazer o mesmo processo todo de novo, mas de uma forma diferente e continuar tocando o novo álbum, as faixas favoritas e explorar nosso catalogo de músicas. Nós temos 6 álbuns, o que é muito para uma banda da nossa idade, temos muito material para rever, então estamos tentamos achar maneiras criativas de criar mais público e tocar essas músicas, All Time Low não é o tipo de banda que você ouve uma música e acabou, eu acho que para muitos dos nossos fãs, é meio que sobre o quanto eles se investem nas músicas e sobre o nosso catálogo, então nós realmente queremos compartilhar as histórias, os traumas que temos a quase 12 anos.

Entrevistadora: Alex, desejamos toda a sorte para vocês e você está convidado para voltar ao nosso programa quando quiser…

Alex: Obrigado, isso é incrível.

Entrevistadora: Esse é o cantor do All Time Low, Alex Gaskarth. Tenha certeza de checar o site do AllTimeLow.com

Alex: Ei, aqui é o Alex do All Time Low e você está ouvindo The Kelly Alexander Show.

ALEX FALA DA HISTÓRIA ATRÁS DA LETRA DE SOMETHING’S GOTTA GIVE

Alex falou recentemente com o 3VOOR12 para explicar a história por traz do primeiro single de Future Hearts, Something’s Gotta Give. Ele contou sobre a criação da música no estúdio e das filmagens do clipe, no qual os membros da banda se transformam em zumbis.

O vídeo você encontra a seguir, e a tradução mais abaixo:

Alex começa o vídeo cantando;

“Something’s Gotta Give foi uma das primeiras músicas que escrevemos para o álbum. Nós montamos ela bem rápido, nós passamos… Foi uma sessão até mais tarde, lembro de ficar acordado até umas 4 da manhã e não tínhamos feito nada durante o dia e acho que tínhamos acabado de chegar em L.A, e me senti muito inspirado em escrever essa música sobre sair desse lugar obscuro. Uma das principais coisas que eu queria, era essa ideia de preguiça combinada com a música, porque a música é sobre a luta entre ’eu posso ficar apenas sentado aqui, não mudar minha situação e mergulhar nessa melancolia, ou posso me animar e fazer algo sobre isso”, então eu queria que a música parecesse lenta e nós escrevemos tudo para meio que parecer lenta, pra baixo e ter o refrão pra cima. Usar aquela fantasia o dia inteiro, tipo, eu filmei naquela coisa por muitas horas e eu tinha que usar, porque uma vez que estava com ela, era muito difícil tirar, sair da fantasia, então não tive muitas chances de ficar tirando e colocando sempre, porque toda vez que eu tirava, alguma parte quebrava, ou algo caia, ou rasgava, então o diretor e todo mundo decidiu e me falaram “desculpa cara, você vai ter que usar direto” e eu estava animado como voluntário, eu acho, então eles colocaram um banquinho debaixo da fantasia e eu tinha que sentar com as pernas abertas e foi isso.” 

AO VIVO: ASSISTA HOJE, A ESTRÉIA DE FANGIRL

Assista ao filme ‘Fan Girl’ que vai ao ar dia 3 de Outubro (Sábado) as 22 horas (horário de Brasilia).

Os players abaixo são ao vivo do canal ABC Family, então o episódio será em inglês.

Stream 1: clique aqui

Stream 2: clique aqui

Stream 3: clique aqui

Stream 4: clique aqui

OBS: NÃO ESQUEÇAM DE DESATIVAR SEU ANTIVIRUS, ZENMATE, FIREWALL ETC. PORQUE SE NÃO, O SITE TRAVA E O PLAYER NÃO PEGA

Enquanto o filme não sai, acompanhe a premiere que o abc colocou no youtube:

#FANGIRLMOVIE: ALEX E O DIRETOR PAUL JARRET FALAM COM A MTV

O novo filme da ABC Family “Fan Girl” é basicamente tudo que um fã do All Time Low jamais poderia imaginar.

Kiernan Shipka interpreta Telulah Farrow, uma menina pop-punk amorosa, que só veste Glamour Kills e é estudante do ensino médio que necessita criar um projeto para sua classe filme, mas prefere (óbvio) gastar seu tempo editando vídeos que, é tributo de aniversário para seu rockstar favorito/crush, Alex Gaskarth do All Time Low. Seu objetivo é que seu vídeo fique conhecido por todo o mundo, que Alex o veja, reconheça sua existência, e então, se apaixone por ela.

Hmmm. Será que eles fizeram esse filme baseado em mim? É o que parece, haha.

Gaskarth e diretor Paul Jarrett conversou com a MTV News sobre o envolvimento da banda e o que inspirou o conceito – aqui está o que você pode esperar do filme:

O FILME APRESENTA O ALL TIME LOW, MAS O FILME NÃO É SOBRE ELES.

Se você já esteve em um show do All Time Low ou já assistiu seu dvd “Straight To DVD“, você sabe que provavelmente eles podem ter um comportamento atrevido e inapropriado as vezes – uma presença de palco que pode não ser tão amigável para ser aprovado para um filme ABC Family.

“Eu não quero revelar muito, mas, obviamente, estamos no filme. O filme é baseado em torno de nossa banda, mas não é sobre a nossa banda. É sobre esta menina, sua mãe, seus amigos e sua experiência na escola”, explicou Alex Gaskarth “Nós não queremos enganar as pessoas e fazer com que elas pensem que vai ser uma hora e meia de filme apenas com o All Time Low.”

O FILME FOI INSPIRADO NA HISTÓRIA VERDADEIRA DE UMA FÃ.

“Quando o filme foi lançado, nos foi explicado que a personagem Telulah foi baseada no livro de Gina O’Brien, filha que era uma fã real da nossa banda”, disse Alex Gaskarth. “Eu pensei que era muito legal que ela veio de um lugar real, algo que realmente inspirou o roteiro e o conceito.”
Hustlers – fãs de All Time Low – vão gostar muito do filme, porque não só conta uma história bonita mas serve também como uma enorme divulgação, bem merecida para a banda. Do interior do armário de Telulah, até o nome do bichinho de pelúcia (que não daremos o spoiler de qual é, mas preste atenção quando assistir), os fãs irão rir muito da proposta usada no filme, que paga tributo a carreira do All Time Low, assim como vários outros aspectos do cenário pop-punk. “Antes, não tínhamos visto nada do que eles tinham filmado, eles só nos mandaram o roteiro e todos aquelas mensagens ocultas, eu acho que você poderia chamá-los assim, já estavam lá, que eu acho que vem do fato de que eles usaram fãs reais para pesquisa. Algumas coisas não vão fazer a diferença para o filme, mas para as pessoas que são grandes fãs de All Time Low e que conhecem a nossa história, vai ser divertido ver as pequenas coisas extras que são jogadas lá”, disse Alex Gaskarth. Além dos memorabilia frescos e “merchs” que são espalhadas por todo o filme, a trilha sonora inteira consiste de novas e velhas canções do All Time Low, New Found Glory, The Wonder Years, Neck Deep, Not Half Bad, e um cover acústico de Man Overboard’s “Love Your Friends, Die Laughing” realizada pela paixonite de Telulah (Charlie) que é interpretado por Pico Alexander.

BASICAMENTE, KIERNAN SHIPKA INTERPRETA O PAPEL QUE TODOS NÓS VIVEMOS NA VIDA REAL.

Já vimos Kiernan Shipka arrasar no visual dos anos 60 em “Mad Men” e detonar nos tapetes vermelhos. Mas para esse papel, ela teve que largar as pérolas e calçar botas Doc. Martens e “defender o pop punk” com unhas e dentes. Sua personagem Telulah, pira quando os ingressos para aWarped Tour começam a ser vendidos, se estressa porque perdeu o cartão SD da sua câmera, e apenas quer muito ver e conhecer sua banda favorita. “Kiernan é incrível. Ela é muito, muito talentosa e super madura para uma jovem atriz. Para a maior parte, ela fez um monte de drama sério e isso é muito para um ator mais jovem. Eu acho que é divertido vê-la atuando em um papel de coração leve, mais casual e ela acertou em cheio”, disse Alex Gaskarth. O filme também apresenta Kara Hayward de “Moonrise Kingdom”, Scott Adsit de “30 Rock” e “Big Hero 6“ e também Pico Alexander e Joshua Boone. “Eles realmente são pessoas incríveis”, acrescentou Alex sobre como foi trabalhar com o elenco e a equipe “Joshua Boone definitivamente brilhou. Há alguns momentos que ele meio que rouba a cena, com certeza.” (Alex Gaskarth confirmou que ele está aberto para mais papéis, mas nada está previsto, a partir de agora ele vai ficar focado na música).

O FILME NÃO ESTÁ TIRANDO SARRO DA VIDA DE FÃ.

Certos aspectos do filme podem parecer um pouco forçado e ridículo, mas aqueles que se consideram fã não devem de modo algum se ofender ou se sentir falsamente representado na representação do filme. “Isso não é pra ser levado á sério”, diz Gaskarth. “É um filme engraçado. É quase no mesmo estilo de Mean Girls”, ou qualquer outro do genero. Eu acredito que tem várias partes engraçadas no filme e que ridiculariza a cena dele, e isso é o meu aspecto favorito no filme.“ Os criadores do filme chamaram sua inspiração de geração do milênio que voltaram sua devoção a uma tomada criativa e positiva. “Existem todos esses fãs que fazem sua própria arte porque amam muito os músicos e tem suas bandas favoritas e é por causa da midia social que experimentamos tudo isso de uma forma totalmente nova”, acrescenta o diretor Paull Jarrett. “Quando Kiernan Shipka e Kara Hayward vieram, eles me disseram que eles realmente gostaram de como os personagens falavam com o seus amigos. É essa a linguagem que é usada na mídia social. Então foi bom ouvir que isso funcionou com eles.”

MÍDIA SOCIAL É TUDO.

No filme, duas das principais redes de mídia social que os personagens usam são Cartwheel e Instee – conhecidos no mundo como o nosso Tumblr e Instagram. A mídia social é uma ferramenta poderosa nas mãos de um fã, eles usam para promover produtivamente bandas, interagir com os artistas, conectar-se com outros fãs e criar conteúdo exclusivo. No início da carreira do All Time Low, a banda usou a internet para criar sua marca, se divulgar e chegar a um público mais vasto para atrair mais pessoas para ouvir. “Acho que fomos uma das primeiras bandas a colocar música em um perfil no MySpace quando eles se tornaram disponíveis. Desde cedo, percebemos que era uma ótima maneira de chegar às pessoas que não tínhamos sido capazes de ouvir nossas musicas ainda. Com o modo que evoluiu, vimos que estávamos ficando maiores, e que mais e mais dos nossos fãs chegarem nele e outros tipos de movimento entre diferentes plataformas – você sabe, Facebook, Instagram, Twitter, todos aquelas outras redes… Nós achamos que foi a melhor coisa para nós. Naquele ponto, todo mundo abraçou a ideia. Realmente não havia problema. Tem sido um enorme recurso para nós e uma grande parte do que fez a nossa banda o que é agora.” Como ser notado na internet, Alex Gaskarth diz que é muito possível que ele veja o seu material: “Eu stalkei, eu stalkei muito. Eu olho o meu twitter sempre, quer dizer, as respostas e tal. É sempre legal olhar as fotos que você está marcado, às vezes no Instagram, especialmente depois dos shows. Eu realmente adoro ver fotos e vídeos de mim e da perspectiva do público. Não sou muito viciado em caçar no tumblr, pra ser honesto. Eu achei muitas fan fictions e eu tive que desistir da idéia. No final do dia, estar unindo com o os nossos fãs – é a melhor parte disso tudo.”

Veja a entrevista original aqui: http://en.oh-calamity.net/

FEBRETEEN BRINCA DE ‘VERDADE OU DESAFIO’ COM O ALEX E JACK

A FebreTeen entrevistou os meninos e fizeram alguns desafios com eles.

O primeiro, é Verdade ou Desafio e você pode assistir no link abaixo:

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