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“FOI MUITO DIVERTIDO FAZER PARTE DISSO.” ALEX GASKARTH FALA SOBRE O FILME “FAN GIRL”

Recentemente a Alternative Press conversou com Alex sobre o filme Fan Girl, no qual o All Time Low estrelou. Você pode ler o que ele tem a dizer sobre o filme na entrevista abaixo.

Como o All Time Low se envolveu na produção de Fan Girl?

Alex Gaskarth: Isso meio que aconteceu do nada para a gente. Chegou em nós como: o filme foi escrito, o script foi escrito baseado na pessoa que escreveu o scrip, a filha dela e o fato de que a filha dela é fã da banda. Então ela teve a ideia para o filme, e isso se tornou esta história mais ampla e narrativa sobre essa garota no colegial. Ele foi basicamente feito para nós porque o filme foi escrito sobre a nossa banda – e eu acho que a banda teria sido substituída caso a gente não tivesse aceitado. Mas a gente pensou que isso seria algo diferente e legal. Foi ótimo fazer parte dele.

Como foi a experiência de atuar de maneira diferente da qual você já fez no passado, como em clipes musicais e estando na frente da câmera com a banda?

Alex Gaskarth: Bem, a performance foi bem parecida, para ser sincero. Claro que o foco era mais voltado para os atores e menos para nós. Mas foi um território bem familiar. Quero dizer, foi uma pequena participação – foi muito divertido fazer parte disso e todo mundo aceitou o fato de que eu não sabia o que estava fazendo. Então, como eu disse, foi algo diferente de se fazer e é sempre divertido experimentar coisas novas.

Você teve algum problema para entrar no espírito do personagem?

Alex Gaskarth: Não, eles pegaram leve comigo. O fato de que nós só tínhamos que ser nós mesmos ajudou, com certeza.

O que você acha que o filme vai significar para o All Time Low como banda e a nossa cena em um geral?

Alex Gaskarth: É muito difícil dizer se teremos alguma consequência a longo prazo. Para nós, nós somos uma banda há 12 anos, e é legal ser reconhecido por algo a mais do que uma banda que apenas algumas pessoas conhecem. É muito divertido ser parte de algo desse tipo. O mais legal que isso trouxe para a nossa banda: nos apresenta para pessoas novas. Definitivamente algumas das pessoas que assistiram o filme na ABC Family não conheciam a nossa banda. Então do ponto de vista de alcançarmos novas pessoas, eu acho que é ótimo. E obviamente, nos ajudou muito que a nossa música tivesse uma presença tão grande no filme. Algumas músicas eram constantemente tocadas no filme, juntamente com músicas de outras bandas. Isso ajuda a banda, mas também traz mais reconhecimento para este gênero musical, o que é ótimo porque este gênero musical ficou esquecido por um tempo. Foi muito, muito legal que eles tenham abraçado essa cena musical como um todo. Não foi apenas sobre o All Time Low – o que eu acho que fez com que isso se tornasse um pouco mais real para todos nós. Se tivesse sido apenas sobre nós, não teria sido tão espontâneo. Mas eu achei muito incrível o fato de que eles fizeram uma pesquisa e que eles estavam muito a par dos aspectos dessa cena musical.

Quanto daquilo foi originalmente escrito no script? Vocês contribuíram em algo?

Alex Gaskarth: A gente não teve muita participação nessa parte. Na verdade, muitas coisas já estavam no script quando ele foi entregue para nós. E eu realmente aprovei, eu acredito que eles fizeram um trabalho incrível por realmente saberem os fatos deles e já terem bastante coisas ali. A gente não se envolveu muito no processo criativo. O script foi criado ao redor da nossa banda. Nos perguntaram se queríamos fazer parte disso e nós super concordamos.

Não é novidade que All Time Low tenha uma fanbase praticamente jovem, entusiasmada e feminina – quem eu tenho certeza que estará assistindo esse filme especificamente por vocês. O que vocês querem que eles aprendam desse filme?

Alex Gaskarth: Eu acho que é apenas um filme. Eu não acho que ele esteja necessariamente fazendo alguma grande afirmação. É basicamente uma piada. Eu acho até que combina com o título. É meio que uma crítica, mas também um comentário. É um comentário sobre onde algumas pessoas estão em em sua vida. Eu acho que a mensagem do filme seria não se perca completamente na obsessão. Pegue essa obsessão, aplique e faça dela algo criativo e bacana. Eu acho que isso é algo que as pessoas podem aprender com o filme desde que realmente se envolva e faça com carinho e transforme em algo produtivo.

Quanto a Back To The Future Hearts Tour, que tipo de coisas novas e legais vocês estão trazendo para essa turnê que os fãs podem aguardar?

Alex Gaskarth: A grande coisa dessa turnê é o foco no novo álbum. Até agora, nós tocamos quatro ou cinco do novo CD. O que eu realmente queria fazer dessa vez era dar uma experiência completamente nova ao redor do novo CD. Uma das coisas que nós notamos com esse novo álbum foi o quão apaixonado as pessoas ficaram com as novas músicas. Mas que antes, pessoas estão dizendo, “Nós queremos ouvir as novas músicas, queremos ver isso ao vivo,” etc etc. Então, tivemos a ideia de tocar a maioria das novas músicas do álbum e continuar tocando todas as outras canções antigas que as pessoas queriam ouvi. Mas é incrível para nós ver que depois de 12 anos de carreira, as pessoas ainda querem ouvir nosso novo material… o que nem sempre acontece. É muito legal. É uma daquelas grandes turnês que nós sempre fazemos nos Estados Unidos como atração principal. Do ponto de vista de produção, nós estamos fazendo um monte de coisas legais – o show parece incrível, a iluminação parece demais. Estou muito animado para as pessoas verem. Definitivamente leva o show para um novo nível.

Confira a matéria original clicando aqui.

ALEX E JACK FALAM COM O SHAWTV

Durante a passagem da turnê no Canadá, Jack e Alex deram uma entrevista para a Shaw TV onde falaram sobre o CD Future Hearts, sobre o filme Fan Girl e sobre os próximos passos do All Time Low.

Entrevistadora: Eles são originalmente, estrelas do rock, ou estrelas do pop. Recebam o All Time Low. Até agora vocês estão fora do Teatro Garrick, que agora tem milhares de meninas lá fora… Nunca vimos algo assim…

Alex: (Risos) Sim! Nós temos fãs muito apaixonados. Tem alguns fãs que estão aqui desde que chegamos essa manhã. Isso é bem legal. Entrevistadora: Vocês têm feito uma jornada bem longa e muito boa… Quer dizer, Jack, eu estava comentando antes da entrevista começar, e nós tivemos vocês aqui em 2006/2007, quando o primeiro single de vocês estourou nas rádios e vocês eram bem jovens e não sabiam onde aquilo ia dar… Vendo onde essa jornada deu… como tem sido?

Jack: É… Nós éramos bem jovens, crianças no colegial e eu nem tinha feito sexo ainda… Meu Deus! Nós estivemos fazendo turnê desde então… Tiramos um mês para gravar o álbum e agora estamos na estrada… E é… E eu gosto de saber que vocês tem apoiado a gente desde o começo, e isso é bem legal, ter alguém que acredita na gente e tal.

Entrevistadora: Vocês são tão inovadores e vocês estavam bastante animados… Já se acalmaram um pouco ou ainda não?

Alex: Não, na verdade não. Eu acho que não… É aquele tipo de carreira que você pode se livrar de crescer tão rápido. Eu sinto que adiamos nosso amadurecimento.

Entrevistadora: Agora que vocês têm fãs, carreira e um hit ‘Something’s Gotta Give’, que tem sido um som do verão… Como vocês se sentem com isso?

Jack: É bem louco! Nós temos 6 álbuns, e tem uma parte da sua carreira que você não sabe o que fazer o que fazer, o que vai acontecer depois… E aí nós fizemos o Future Hearts. Ele saiu de uma forma inesperada e pensar nisso é bem surreal, mas ainda estamos fazendo o que sempre fizemos, sabe nada mudou…

Entrevistadora: Tem alguma modéstia aí… (risos) Nós estamos no ônibus de turnê e tem coisas bem legais… É bem limpo, o que me surpreendeu mas… Além da música, vocês têm explorado outros horizontes, como participando de filmes…

Alex: É! Tem sido muito legal! Nós tivemos a oportunidade de participar de um filme chamado ’Fan Girl’ e o filme inspirado na nossa banda, o que é muito legal… Kiernan Shipka faz o papel de uma menina que está na escola e não sabe o que quer fazer da vida e Ela só sabe que ama a música, ama filmes e ela acaba tentando combinar essas coisas… Ela persegue a gente na cidade e fazendo um filme sobre isso no projeto da escola. O mais legal foi que tivemos que interpretar nós mesmos… E também não teve pressão sobre interpretar alguém, foi tipo “seja você mesmo”. Foi uma experiência muito boa.

Entrevistadora: Bom, do jeito que a música está indo, digo, temos várias novas boybands e estamos começando a ter fãs tão loucos e elogios, mas como vocês se mantem tão pé no chão ou isso seria algo que pode mudar?

Jack: O que nos mantém mais humildes é o fato que somos os mesmos quatro caras, sabe? Nós fizemos o colegial juntos, nossos pais se conheciam, nada mudou, a essência do All Time Low ainda é esses quatro caras fazendo música, então eu acho que é isso que nos mantém pé no chão e o somos hoje em dia.

Entrevistadora: Família! O que eles acham sobre isso?

Alex: Acho que eles ficam animados de ver que estamos seguindo e realizando o nosso sonho desde crianças… Quero dizer, quando estávamos na escola, quando as coisas da banda estavam ficando mais sérias, eles sentiam um pouco de insegurança, se era a coisa certa a fazer… Tipo, nós tínhamos que levar arriscar e ir atrás dos nossos sonhos. Já faz 10 anos disso, e bem louco estar nessa jornada, todas as famílias estão animadas de ter dado certo.

Entrevistadora: Vocês disseram 10 anos… Outros artistas falam que quando chegam aos 10 anos, é o ponto de ‘continuar’ ou ‘acabar’.

Jack: É…Tipo, sem pressão… Se você consegue fazer isso funcionar dentro dos 10 anos é algo muito incrível. Tem bandas que não conseguem… Mas acho que conseguimos alcançar isso… Nossa banda chegou num ponto onde solidificamos nossa carreira e o que fazemos como All Time Low, então pra mim, em alguns casos isso realmente acontece, mas eu sinto que quando começamos a fazer turnês em 2007/2008 nós já sabíamos que era isso que íamos fazer, que com sorte continuaríamos pelos próximos 10 anos…

Entrevistadora: O que vocês aprenderam durante todos esses anos?

Alex: Nossa, são muitas coisas! Acho que a maior coisa foi aprender a acreditar em nós mesmos e correr atrás dessas coisas que achamos que era impossível. Elas não são inalcançáveis, elas estão ali e você pode conquistar-las e acho que todos os anos que estamos fazendo isso… A nossa banda é a maior prova disso. Nós fomos capazes de provar para nós mesmos tudo isso, o que é incrível.

Entrevistadora: Toda essa modéstia e acreditando em vocês, como será o futuro para o All Time Low?

Jack: Ah, o futuro… Bom, é bem estranho pensar nisso. Acabamos de lançar o Future Hearts e sabemos que logo logo, teremos que entrar em estúdio e fazer tudo de novo… Acho que esse é o próximo passo. Espero que não demore tanto o quanto demorou para o Future Hearts saiu… Mas melhor tarde do que nunca.

Entrevistadora: Bom, vocês podiam gravar o álbum aqui no Canadá…

Alex: Nossa, seria incrível. Deveríamos fazer isso. Está decidido, vamos fazer.

Entrevistadora: Sim, nosso dólar canadense está em baixa, então… (risos) All Time Low, Future Hearts garanta a sua cópia.

Confira a matéria original clicando aqui.

ALEX E JACK RESPONDEM PERGUNTAS NO QUADRO POP QUIZ DA FEBRE TEEN

Saiu o 2° desafio da Febre Teen com o All Time Low durante a passagem deles aqui no Brasil, em Setembro!

Você pode ver o Pop Quiz aqui:

ALL TIME LOW IRÁ SE APRESENTAR NO R1 TEEN AWARDS

O evento da BBC1 irá reunir várias bandas e o lineup de apresentações tem All Time Low, 5 Seconds Of Summer, Little Mix e Nick Jonas!

A premiação ocorre no dia 08 de Novembro! Confira abaixo o tweet dos meninos anunciando a novidade.

ALEX FALA COM ‘THE KELLY ALEXANDER SHOW’

The Kelly Alexander Show postou uma entrevista que ela fez recentemente com Alex. Nele, Alex fala sobre a banda, carreira e sobre o álbum Future Hearts.

O áudio você ouve aqui com tradução logo abaixo:

Tradução:

Entrevistadora: Ansiosa para conversar com o nosso próximo convidado, Alex Gaskarth, ele é cantor da banda de rock americana, All Time Low, a que acabou de lançar seu sexto álbum, chamado Future Hearts. O álbum chegou a ficar em 1° lugar nos Estados Unidos e no Reino Unido, e a banda já vendeu mais de um milhão de cópias pelo mundo inteiro, sem mencionar que já tocaram em vários tv’s shows, como Kimmy Kimmel Live e Tonight Show. Bem vindo ao Kelly Alexander Show.

Alex: Oi! Obrigado por me receber.

Entrevistadora: Então Alex, como você e os meninos formaram a banda no início dos anos 2000’s?

Alex: Então, nós éramos apenas um bando de garotos punk na escola, nós não queríamos praticar esportes, e também queríamos desistir da faculdade, então não tinha muita coisa para se fazer depois (risos) além de tentar a música, então Jack e eu, que conhecia antes, tocávamos guitarra e nos reuníamos para tocar e durante o ensino médio conhecemos Rian, nosso baterista, e Zack, nosso baixista, e nós tínhamos os mesmos interesses, a mesma meta e éramos fãs das mesmas bandas. Depois disso, as coisas rolaram assim… Tocamos alguns covers, e percebemos que deveríamos ser sérios sobre isso, deveríamos fazer algo nosso, da nossa própria criação para dar o seguinte passo. No último ano do ensino médio, nós já tínhamos algo muito mais sério, então nós partimos dali e tem sido um caminho bem louco.

Entrevistadora: Vocês descobriram rapidamente que tinham algo especial, tipo, uma química? Eu sei que vocês são amigos, mas você já chegou imaginar, que talvez, isso só seria algo profissional?

Alex: Como você disse, eu acho que sabemos que nós 4 juntos temos algo especial, sabe? Eu digo, além da música, temos uma amizade especial, sobre a química entre nós 4, sabe… Eu acho que a beleza disso é que nós temos algo e nós sabíamos que tínhamos algo e que tínhamos que tocar a música com perfeição e, temos crescido desde aquela época, eu acho que somos quase bons agora.

Entrevistadora: Como você descreveria sua música? Que eu saiba vocês tem um ‘apelido’ de banda de rock, mas se você pudesse sentar e descrever em algumas palavras, o que você diria sobre a sua banda?

Alex: Cara… É muito difícil descrever, porque somos meio que… Algumas pessoas falam pop punk porque foi daí que viemos, eu acho, mas eu sinto que é uma parte de rock também, tem muita da sensibilidade do pop, um pouco da atitude punk, e nós tentamos muitas coisas diferentes e estamos aqui a tanto tempo desenvolvendo o nosso som. Esse álbum é bastante eclético, eu acho, tem de tudo um pouco, nós tentamos misturar um pouco das coisas para sermos a banda que somos agora.

Entrevistadora: Uma banda ou um artista que mais influencia sua banda?

Alex: Acho que o que mais influencia é Foo Fighters, e tem mais uma banda, que eu costumava a ouvir quando era criança e cresci ouvindo que são Nirvana e Green Day, são tipo, duas bandas que me levaram a fazer rock. E sabe, o cd de lançamento do Foo Fighters foi tão… eles são muito ecléticos, e você pode dizer que há uma grande diferença, a principio era rock, mas, eles sempre estão tentando fazer algo diferente, e cada música tem algo diferente também, acredito que pegamos várias lições com eles.

Entrevistadora: Quem está nos acompanhando é o cantor Alex Gaskarth, do All Time Low. Tenha certeza de checar o site do AllTimeLow.com… Quais os desafios que você enfrenta como o cantor líder da banda, Alex?

Alex: Hm… Desafios? Quero dizer, acho que, você sabe, há um pouco de pressão em não se entregar, tentar ser o melhor porta voz e há uma grande diversão, sabe, eu tento dar o meu melhor e tento levar a plateia junto comigo na palma da mão. Eu me dou por completo no palco. Eu também escrevi a maioria das músicas, acredito que é a maior pressão que cai sobre meus ombros, é quando estamos fazendo uma nova música ou um novo álbum. Começa comigo, e eu tenho que passar para o outro cara… Eu sou responsável por escrever músicas que o outro cara não odeie. Essa é a maior pressão que tenho, eu acho.

Entrevistadora: Falando sobre o aspecto de escrever, você sabe que o seu último cd é o Future Hearts… Ele foi escrito rapidamente e em conjunto, ou ele foi uma longa jornada, tipo, escrevendo e gravando um som de cada vez, vendo que a maioria das coisas inicia em você?

Alex: Sabe, o processo do cd foi bem rápido, eu acho, na realidade, no momento que escolhemos o produtor, John Feldy e fomos para o estúdio, deve ter levado um mês e meio, dois meses para gravar as musicas, no qual você sabe que não é muito tempo. Nós tentamos quebrar o recorde de ficar um ano e meio, nós viajamos demais, então o grande problema em gravar o CD, na verdade, é encontrar um tempo entre turnês e viagens. Esse foi o grande foco nesse novo cd, ter um tempo para escrever músicas boas e escolher quais irão para o álbum.

Entrevistadora: Você tem um especifico tema ou mensagem que quis passar para seus fãs com o Future Heats, ou é uma coleção de algumas músicas que simplesmente foram escritos para o álbum?

Alex: Com certeza tem uma mensagem, é sobre ‘relembrar seus dias’ enquanto você está crescendo. Muito disso está no álbum, e estamos revisitando as cidades que já fomos e tentamos inovar isso, a ideia principal, eu acho, o conceito de olhar pra trás, mas seguindo em frente com o que aprendemos pelo caminho e se focar no futuro.

Entrevistadora: Você mencionou que vocês fazem muitas turnês, você sente falta de casa ou sua casa é a estrada, tipo, como se você não soubesse o que é uma casa?

Alex: (Risos) Nós realmente sabemos o que é uma casa! (risos) Nós todos temos nossas casas e somos de Baltimore, que é uma cidade pequena e linda, que está relacionada com grandes cidades. Representa um lar para nós toda vez que estamos fora das turnês, é muito bom voltar e tirar um tempo para ser normal, porque não é nada normal em viver 300 dias por ano na estrada, mas ao mesmo tempo, eu acho que fizemos um bom trabalho em crescer vivendo essa vida e aproveitar a estrada, acho que a melhor parte é que temos uns aos outros, somos uma família. Nós ficamos bem próximos das pessoas que trabalham com a gente, damos apoio para todos na estrada, o que deixa essa distância de casa mais doce porque temos essas duas famílias separadas, o que é muito legal de ter.

Entrevistadora: Se eu fiz as contas certas, vocês estão chegando aos 30 anos… É difícil ter relações, porque vocês estão na estrada sempre, como você mencionou. Eu sei que você mencionou que tem uma segunda família, mas é difícil ‘abrir as asas’ e ter a sua própria família?

Alex: Essa é uma boa pergunta! Não, eu acho que não. Quando você está crescendo, é um pouco mais difícil, quando você é um adolescente, ou começando os 20 anos, você tenta muito se descobrir durante os anos, enquanto cresce, mas eu estou noivo faz algum tempo com uma garota que conheço há muitos anos, então não tem sido difícil para mim trabalhar nos dois.

Entrevistadora: Quando você está na estrada, tem alguma coisa que você leva de casa para a estrada, como se fosse algum amuleto? Eu entrevistei algumas pessoas e elas disseram que levam seus lençóis de cama com eles.

Alex: É, tem bastante coisa que ajudam a deixar tudo mais confortável na estrada… Sim, temos caras que trazem seus próprios travesseiros, lençóis e coisas do tipo para o ônibus, isso não é novidade pra gente, mas uma coisa boa para mim é ter a certeza de ter acesso a tudo que eu gosto, como música e as coisas que gostamos de fazer. Sabe, eu gosto muito de assistir filmes, ouvir músicas, é engraçado, nós brincamos de “Beer Pong” e “Vira Copo” durante os dias de show, que qualquer um envolvido na turnê pode participar por sua conta e risco, esse é um bom jeito de passar o tempo desde que seja feito com responsabilidade, se temos um show depois… Você não quer subir no palco bêbado.

Entrevistadora: Tem alguma banda ou artista que você adoraria trabalhar junto ou sair em turnê com ela?

Alex: Tem tantos! Tem algumas bandas boas e artistas que estão mudando a música em geral, eu acho que tem vários novos artistas que estão ajudando a moldar o perfil da próxima geração de músicos… Mas, eu gostaria de trabalhar com artistas como a banda Twenty One Pilots, Sia, que para mim é uma artista incrível de pop e compositora, O Dave Grohl, o Incrível. E, no Future Heats nos trabalhamos com Mark Hoppus, cantor da banda Blink 182, na música Tidal Waves. E sabe, eu cresci ouvindo Blink e eles tem uma grande influência de como levamos a nossa banda; Nós tivemos um momento muito bom, e realmente curtimos o que estávamos fazendo. Trabalhar com Mark foi uma grande honra.

Entrevistadora: Eu estava vendo, e vocês tem um grande apoio nas redes sociais, especialmente no Twitter, vocês têm mais de 1 milhão de seguidores. O quão importante isso é para você e para o resto da banda, se comunicar diretamente com seus fãs e o que significa ler todas as mensagens que eles mandam?

Alex: Sabe, quando eu olho para trás, tipo, quando eu era jovem e era fã de música antes da banda, eu penso o quão incrível seria se eu pudesse ter acesso aos meus artistas favoritos. Acho que a mídia social tornou esse recurso incrível para nós. Não apenas ser possível mostrar a nossa música para o mundo todo, mas também interagir com seus fãs como você disse, eu acho que faz uma enorme diferença essa linha direta com o que seu público quer, saber o que eles sentem, se eles estão gostando, que outras bandas estão ouvindo, com quem querem ver na sua tour e etc, eu acho que fez as nossas carreiras ainda maiores, porque podemos saber o que nossos fãs querem, o que é íncrivel.

Entrevistadora: Quanto ao próximo passo, eu sei que o álbum saiu esse ano e vocês estão fazendo muitos shows, onde você espera ver a banda nos próximos 12 meses e tal? Vocês já definiram metas específicas para o que querem conquistar?

Alex: Eu acho que nós sempre estamos planejando os próximos passos, ainda estamos no meio do processo de criar esse novo álbum, eu sinto que ainda tem muita coisa nesse álbum, é um dos melhores álbuns que já fizemos para os nossos novos e antigos fãs, ajudou muito a banda a crescer, então acho que iriamos atrapalhar as coisas se apresarmos muito as coisas, mas temos muitos shows vindo por aí, estamos indo para o Canadá, o que vai ser incrível e temos shows pelo Estados Unidos depois disso, já temos planejado para o próximo ano voltar para o Reino Unido, provavelmente voltar para o Canadá e fazer o mesmo processo todo de novo, mas de uma forma diferente e continuar tocando o novo álbum, as faixas favoritas e explorar nosso catalogo de músicas. Nós temos 6 álbuns, o que é muito para uma banda da nossa idade, temos muito material para rever, então estamos tentamos achar maneiras criativas de criar mais público e tocar essas músicas, All Time Low não é o tipo de banda que você ouve uma música e acabou, eu acho que para muitos dos nossos fãs, é meio que sobre o quanto eles se investem nas músicas e sobre o nosso catálogo, então nós realmente queremos compartilhar as histórias, os traumas que temos a quase 12 anos.

Entrevistadora: Alex, desejamos toda a sorte para vocês e você está convidado para voltar ao nosso programa quando quiser…

Alex: Obrigado, isso é incrível.

Entrevistadora: Esse é o cantor do All Time Low, Alex Gaskarth. Tenha certeza de checar o site do AllTimeLow.com

Alex: Ei, aqui é o Alex do All Time Low e você está ouvindo The Kelly Alexander Show.

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