Em 2007, a Blink-182 entrou em um hiatus indefinido e a New Found Glory introduziu um diferente som em sua volta. O mundo estava pronto para um novo cenário no pop-punk e foi quando tudo começou para a All Time Low.

A banda adolescente tinha acabado de lançar o primeiro álbum chamado “The Party Scene”, mas em um pequeno espaço de tempo tinham assinado com a gravadora local de Maryland, “Emerald Moon Records”, no qual, anos mais tarde assinaram com o produtor Matt Squire (responsável pela banda Panic! At The Disco e The Used) e com a gravadora Hopeless, assim lançaram o segundo álbum “So Wrong, It’s Right” que foi um enorme salto e os tornou as estrelas mais brilhantes do firmamento pop-punk.

Essas melodias gloriosas, guitarras hiperativas e vocais que se tornariam um estouro no gênero se uniram para formar uma grande explosão de energia e excitação. All Time Low passaria a próxima década a conquistar o planeta e, alimentado pelo sucesso do único single, Dear Maria, Count Me In, onde tudo começou. À medida que a banda se prepara para tocar o álbum ao vivo, Alex Gaskarth olha para a criação.

Kerrang!: Você entrou neste álbum com alguma expectativa?

Alex Gaskarth: Definitivamente. Havia muita pressão sobre nós porque era o primeiro álbum em uma gravadora com um produtor de nome e marcou todas as nossas vidas na medida em que as expectativas se focaram 100% em nós. Ao mesmo tempo, não tínhamos uma experiência, mas foi ótimo ter (co-produtor) Matt (Squire) lá para orientação, nós tivemos muito crescimento.

K!: Qual a sua música preferida do álbum?

AG: Pessoalmente, eu realmente gosto de The Beach e Stay Awake (Dreams Only Last For A Night). Mas o interessante é como Dear Maria fez sucesso ao longo do tempo. Nós, obviamente, fizemos um vídeo no momento, mas não tínhamos ideia de que a música continuaria se tornando a música mais marcante desta banda. Ainda é a música que define nossa carreira de muitas maneiras.

K!: Como você se sente sobre o álbum olhando para trás?

AG: É algo que fiz, por isso tem um valor sentimental do ponto de vista criativo. Foi o passo mais importante para chegar até onde estamos, mas é difícil para a minha parte criativa olhar para trás e não criticá-la. Acho que sou um compositor melhor agora e sempre terei uma conexão diferente do com os fãs.

Fonte: Kerrang! | Tradução e adaptação: Equipe All Time Low Mídia – Não reproduzir sem os créditos.