Para o sétimo álbum da carreira, os pop-punks de Baltimore tiveram que passar por grandes mudanças.

Em primeiro lugar: houve uma grande mudança no som da banda em seu novo álbum Last Young Renegade. Com a ajuda do produtor da banda PVRIS, Blake Harnage, o álbum soa colossal. Segundo: as letras. O vocalista da banda, Alex Gaskarth, fez seu primeiro registro conceitual. Ele conta a histórias e fala sobre temas importantes por trás do personagem do álbum. Terceiro: O novo selo da gravadora, agora Fueled By Ramen.

Conversamos com Alex para descobrir o porquê dessas mudanças. Se liga:

HMV: O que você quis fazer com esse álbum novo depois de fazer Future Hearts?
Alex: Nós queríamos redefinir o All Time Low, sabe? Queríamos fazer algo diferente e pegar nossos fãs de surpresa ao ouvir o álbum. Acho que conseguimos! risos

HMV: Quanto desse som novo surgiu por trabalhar com Blake?
Alex: Quase todas músicas estavam no caminho… Sabíamos que queríamos ter sintetizadores e o Blake é muito bom com eles… Trabalhamos com Colin Brittain e ele mixou e saiu essa coisa incrível e profunda.

HMV: Como foi o processo de gravação? Foi um longo processo?
Alex: A gravação demorou certa de um mês e meio, estávamos em Los Angeles no mesmo lugar que gravaram o álbum do Pet Sounds. Foi muito legal e descontraído. Adorei fazer esse álbum!

HMV: É bem diferente do que vocês já fizeram. Houve algum momento que você pensou: “fomos longe demais”?
Alex: Não. Colocamos todas as ideias na mesa e estávamos abertos para novas ideais. Nesse ponto da nossa carreira, sabemos quando algo não está funcionando. A mudança não nos fez sentir desconfortáveis. Desde o começo, queríamos levar as coisas para frente e tem sido ótimo ver que as pessoas gostaram do que fizemos. 

HMV: Vocês fizeram uma colaboração com Tegan&Sara no álbum. Como isso aconteceu?
Alex: Somos grandes fãs delas. Escrevi Ground Control como um dueto e sabia que queria uma voz feminina ali e elas estavam no topo da lista. Funcionou tão bem, é uma das minhas preferidas no álbum.

HMV: Você disse que o álbum tem uma história. Você descreve o álbum como um álbum conceitual?
Alex: Eu não sei se usaria esse termo. Há álbuns conceituais que vão muito mais além do que histórias, mas é, esse álbum tem uma história legal. É sobre esse jovem que tem seu momento de queda e depois o seu momento de ascensão.

HMV: Quanto de você tem nesse personagem? Ou ele é inspirado em outra pessoa de um filme ou livro?
Alex: Eu deixei isso muito sub-entendido. Eu queria que as pessoas se identificassem com o personagem, mas ele surgiu comigo. Ele foi como uma válvula de escape da minha cabeça para conseguir escrever de uma perspectiva muito pessoal.

HMV: Você diria que esse álbum é o seu álbum mais sombrio até agora?
Alex: Eu não sei! Talvez sim.

HMV: Esse é seu primeiro disco com o selo da Fueled By Ramen. Como foi a transição?
Alex: Nós assinamos com eles meio que em segredo, sabe? Mas foi uma transição muito suave, temos um bom convívio.

HMV: Como estão fazendo a set list? Vocês tem várias músicas para escolher agora.
Alex: Conversar sobre isso é onde acontece briga. risos Esse novo álbum trouxe uma dinâmica diferente e queremos fazer algo novo nos shows. Mas estamos amando tocar as músicas novas, tem sido gratificante.

 

Fonte | Tradução e adaptação: Equipe All Time Low Mídia – Não reproduzir sem os créditos.